Às vezes é no meio do silêncio
Que descubro o amor em teu olhar
É uma pedra
Ou um grito
Que nasce em qualquer lugar
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal aquilo que sou
Sou um grito
Ou sou uma pedra
De um lugar onde não estou
Às vezes sou também
O tempo que tarda em passar
E aquilo em que ninguém quer acreditar
Às vezes sou também
Um sim alegre
Ou um triste não
E troco a minha vida por um dia de ilusão
E troco a minha vida por um dia de ilusão
Às vezes é no meio do silêncio
Que descubro as palavras por dizer
É uma pedra
Ou um grito
De um amor por acontecer
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal p'ra onde vou
E esta pedra
E este grito
São a história d'aquilo que sou
"Silêncio e tanta gente" - Maria Guinot
Publicado por ripri em agosto 2, 2004 03:40 PMPois é, pois é,desta vez que deixo um comentário, breve, como mandam as regras que se faça com um primeiro comentário, mas cordial, nem de mais nem de menos, antes pelo contrário. Curioso que este poema tenho ido por assim dizer de encontro a um que publiquei por último. Fim de comentário /
Afixado por: Luis em agosto 3, 2004 09:59 AM